Após um ano sob gestão privada, parques Apipucos e Dona Lindu passam a cobrar estacionamento
Parques de Apipucos e Dona Lindu, no Recife Arte/g1 A partir desta quinta-feira (9), os parques Apipucos, na Zona Norte do Recife, e Dona Lindu, no bairro de Bo...
Parques de Apipucos e Dona Lindu, no Recife Arte/g1 A partir desta quinta-feira (9), os parques Apipucos, na Zona Norte do Recife, e Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul, passam a contar com estacionamento pago. A medida foi anunciada pela Viva Parques, que administra os espaços de lazer há pouco mais de um ano. As duas áreas públicas foram concedidas à gestão privada em março de 2025, junto com os parques da Jaqueira e Santana, na Zona Norte da cidade (saiba mais abaixo). Ao g1, a empresa disse que "não há previsão" de estender a cobrança para esses outros locais. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Conforme a concessionária, a cobrança será realizada por meio de totens de autoatendimento, operados pela empresa Indigo, que atua no setor de estacionamento e mobilidade urbana. A taxa será cobrada da seguinte forma: R$ 12 para até duas horas; acréscimo de R$ 2 por hora adicional; tolerância de até 10 minutos para permanência sem taxa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a Viva Parques, o pagamento pode ser feito com cartão de crédito, cartão de débito, PIX ou dinheiro. Em caso de dúvidas, perda de ticket ou registro de ocorrências, o atendimento será realizado no próprio local ou pelos canais disponíveis da operadora. Ainda segundo a empresa, a medida tem o objetivo de "organizar o uso das vagas, ampliar a rotatividade e contribuir para a melhoria da operação dos espaços". Concessão A gestão dos parques da Jaqueira, Santana, Dona Lindu e Apipucos passou para a iniciativa privada no dia 10 de março de 2025. O consórcio Viva Parques do Brasil ganhou a concessão após arrematar um leilão em São Paulo, com aporte de R$ 340 milhões. O contrato tem duração de 30 anos. Segundo a prefeitura do Recife, os quatro parques, juntos, possuem uma área total de 172,6 mil metros quadrados, o que equivale a 42 campos de futebol, e se situam em áreas localizadas em pontos valorizados pelo mercado imobiliário e comercial. Durante as três décadas de gestão, o empreendimento privado será responsável por serviços de manutenção e requalificação. Segundo o contrato de concessão, o investimento mínimo previsto é de cerca de R$ 413,4 milhões. No entanto, o consórcio prometeu investir até R$ 1 bilhão. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias