Amado Batista na lista suja do trabalho escravo: defesa nega resgate de trabalhadores e diz que irregularidades foram corrigidas
Nome de Amado Batista é incluído na lista suja do trabalho escravo Reprodução/Instagram de Amado Batista | Reprodução/MTE Após o nome do cantor Amado Bat...
Nome de Amado Batista é incluído na lista suja do trabalho escravo Reprodução/Instagram de Amado Batista | Reprodução/MTE Após o nome do cantor Amado Batista ser incluído na lista suja do trabalho escravo, o advogado dele, Mauricio Carvalho, informou ao g1 que não houve resgate de trabalhadores e que as irregularidades apontadas nas duas propriedades, localizadas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, foram "corrigidas" (leia a nota na íntegra ao final do texto). A lista com o nome do artista foi atualizada na segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). "Não houve resgate de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente!", afirmou o advogado. Segundo o Governo Federal, 14 funcionários teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão, sendo 10 no Sítio Esperança e 4 no Sítio Recanto da Mata, ambas as fazendas estão situadas na BR-060, zona rural da cidade. As ações de fiscalização foram realizadas em 2024. Ao g1, o advogado de Amado explicou a situação do Sítio Recanto da Mata, fazenda "arrendada" pelo cantor para o plantio de milho. "Foram identificadas irregularidades na contratação de 4 colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada que fora contratada para fazer a abertura da área de plantio". Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com Mauricio, após a fiscalização em 2024, foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o (Ministério Público do Trabalho) MPT, no qual "todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas". Sobre o Sítio Esperança, utilizado para criação de bovinos para leite, a defesa frisou que foram identificados correções que deveriam ser feitas em relação à moradia e áreas de convivência. Segundo o advogado, as obras já foram feitas e finalizadas. "Todos os funcionários são registrados e todas as verbas trabalhistas e consectarios legais são pagos normalmente", destacou Mauricio Carvalho. Amado Batista Divulgação Nota da defesa de Amado Batista Primeiramente, a informação veiculada que de houve o “resgate” de 14 trabalhadores na propriedade do Senhor Amado é completamente falsa e inverídica! Não houve de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente! Ocorreu uma fiscalização em uma fazenda “arrendada” pelo senhor amado para o plantio de milho, na qual foram identificadas irregularidades na contratação de 4 colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada que fora contratada para fazer a abertura da área de plantio. O Fato ocorreu em 2024, foi assinado um TAC com MPT, na qual todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas. Outrossim, já estão sendo tomadas todas as providências administrativas para o encerramento de todo e qualquer procedimento de autuação.